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Mais doadores de medula óssea

10 fevereiro 2014

medula

Matéria recente na Imprensa Oficial aponta que em Minas, até o fim de 2013, a Fundação Hemominas já cadastrou quase 400 mil doadores de medula óssea, mostrando que a intensificação da campanha para aumento do número de transplantes segue firme em Minas Gerais. A lei 20.835/13, de autoria do deputado Dalmo Ribeiro (PSDB), colabora com esse processo, garantindo que informações sobre o transplante circulem entre possíveis doadores e entre as pessoas que precisam receber o tratamento.

 

O transplante de medula óssea é necessário para os portadores de leucemia e outras doenças do sangue. A matéria da Imprensa Oficial informa ainda que todos os anos cerca de 2,5 mil pessoas são indicadas para a realização do transplante de medula óssea, mas as chances de realização do transplantes ainda são pequenas, pois a probabilidade de se achar um doador que tenha compatibilidade com o receptor pode chegar a apenas uma em 100 mil – segundo a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale).

 

A fim de incentivar a o programa de doação de medula óssea em Minas Gerais, a lei do deputado estadual Dalmo Ribeiro, que modifica o art.2° da Lei n°11.553/94, que dispõe sobre a Ação do Estado com vista ao favorecimento da realização de transplantes, busca:

 

– Informar a população com idade entre dezoito e cinquenta e cinco anos e em bom estado de saúde da possibilidade de doação de medula óssea em vida e sobre o procedimento para fazê-lo, bem como sobre a necessidade de se ampliar o número de doadores;

– Divulgar amplamente o endereço das unidades de saúde que fazem o cadastro dos possíveis doadores no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome);

– Realizar diagnósticos periódicos das condições de funcionamento dos hemocentros do Estado, para avaliar a necessidade de ampliação do número de unidades e de melhoria da infraestrutura das já existentes.

 

Cadastro no Hemominas

 

Os interessados devem comparecer a uma das unidades de atendimento e apresentar, além de um documento de identidade oficial com foto, um formulário de identificação devidamente preenchido e um termo de consentimento assinado pelo candidato. A pessoa tem que ter entre 18 e 54 anos, apresentar boa saúde e não ter doenças infecciosas e hematológicas.

 

Na primeira fase do cadastramento, é colhida uma pequena amostra de sangue (5ml), que será utilizada para a realização do exame Antígenos Leucocitários Humanos (HLA). Os dados são direcionados para o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

 

Após cruzamento de informações no sistema, se for detectada margem de compatibilidade, passa-se para uma nova etapa, chamada de alta resolução, na qual o candidato comparece mais uma vez ao hemocentro.

 

Saiba mais em: http://www.iof.mg.gov.br/index.php?/saude/saude-arquivo/Doe-esperanca.html

 

Fonte: www.iof.mg.gov.br

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